segunda-feira, 28 de setembro de 2009

sucesso...

"... eu to inscrito numa tradução de sucesso, então, acho melhor isso acontecer".

Acreditar nisso é muito mais fácil que lamentar profundamente o insucesso. Fica tudo mais simples, mais direto e concreto.
Eu sou altamente influenciado pelo que faz sucesso, então, obviamente, traço as linhas do destino no curso dos influenciadores, sejam eles quais forem.
Eu acredito no meu sucesso e isso me basta. Demore ele a acontecer, ou não.
Se ele já existe, se já alcancei?! Olha. Isso é difícil de responder. O que é sucesso pra mim pode não ser pra você e vice-versa. Uma coisa é certa: não me contento com o que eu tenho. O meu sucesso está diretamente ligado ao meu bem estar, então se eu estiver de bem comigo mesmo, já me sinto parcialmente satisfeito.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Missão de hoje: SER FELIZ

Missão de hoje: ser feliz. Quem me dirá que esta missão não é seguida insistentemente por absolutamente todas as pessoas do mundo??? Pois é.
Esta felicidade pode estar em coisas tão simples como um "bom dia!", um sorriso, um gesto amigável, a realização profissional... Pode estar também na compra de um carrão, de uma roupa, casa, apartamento... vai saber o que nos faz sentir tanta felicidade adquirindo um bem material que por muitas vezes é absolutamente supérfulo. Pra outras pessoas a felicidade é passar um dia a mais vivo, lutando contra males que abatem a nossa saúde e que insistimos em não enxergar nestes "próximos" porque ninguém gosta de ver sofrimento. Pode estar num pequeno pedaço de pão e um copo d'água. Temos 1 bilhão de pessoas no planeta que vivem abaixo da linha da pobreza, com menos de $1,00 / dia e que pra sobreviver viram a lixeira de nossas casas em busca de alimento, como animais. Ao mesmo tempo perdemos $ 7 trilhões numa crise mundial. Com $ 7 bilhões acabamos definitivamente com a fome no mundo. Esta comparação com animais é bastante injusta para os animais, pois estamos rebaixando-os a nível de pessoas. Tem cachorrinhos que recebem o tratamento em "excelência" que 1 bilhão de pessoas no mundo mereceriam ter. Presenciei várias vezes a "pena" por um animalzinho de rua. Esta mesma pessoa que sente "pena" do animal sente "desprezo" por uma criança de rua, que é nada mais nada menos que uma vítima de um problema conjuntural que perdura em nossas nações e que está longe de ter fim, o qual nós, seres humanos, somos os culpados. Não pretendo dizer com isso que o animal merece ser maltratado. Aprendi a gostar dos animais. Admiro os animais e merecem toda a nossa atenção. Enfim! ...
Acabei me desvirtuando do assunto que gostaria de falar. Uma coisa que me fez extremamente feliz hoje foi quebrar o celular. Sim! Literalmente estraçalhar ele numa parede. Sobrou apenas o chip (ainda bem). A sensação foi tão boa quanto a que precede as nossas férias. Um alívio imediato. Parecia que tinha recebido uma boa dose de morfina. Me senti anestesiado e aliviado ao mesmo tempo. Sabe por que? Porque sem perceber nos tornamos escravos dessa desgraça que é o tal do celular. Hoje tem celular até com piloto automático. Tem uns que até te tele transportam pra qualquer lugar do mundo, fazem reuniões, resolvem problemas... prometem absolutamente tudo. Mal sabe é que eu preciso que eles simplesmente recebam chamadas e emitam chamadas. Só! Será que é pedir muito? Sabe qual é o telefone que eu mais gosto? Aqueles de manivela. Isso mesmo! Esses que nunca funcionam e do qual a gente não espera grandes coisas.
Já descobri qual vai ser minha terapia para os próximos tempos. Quebrar um celular por dia. Experimente você também.

Sucesso...
patrocinadores deste post - MOTOROLA, NOKIA, LG e SAMSUNG.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

O abandono dos amigos

Você já se perguntou quanta coisa abandonou durante sua vida? Pois é. Agora, à poucos instantes me fiz esta pergunta. É natural o abandono. Ele é um ato de renovação na maioria das vezes. E este ato é o que nos mantém vivos. Naturalmente que, como tudo na vida, cometemos erros e os erros são a base do nosso crescimento como pessoas e como profissionais. É justamente sobre o erro do abandono que gostaria de escrever hoje.
Minha índole me faz aglutinar e tentar aproximar minhas amizades. Sempre que posso eu procuro, telefono e marco um encontro pra jogar conversa fora, falar bobagem e manter o forte laço de amizade. É normal que as pessoas se aproximem de você e se tornem grandes amigos. É normal também que estas mesmas pessoas se afastem. O tempo de convívio não é parâmetro pra grandes ou pequenas amizades. Você conhece a pessoa pelo olhar. Eu observo muito o olhar. Os olhos dizem absolutamente tudo que você necessita saber. Uso isto muito na minha profissão. Disto eu não abro mão. Acho absolutamente fundamental ter contato pessoal. Mas infelizmente nem sempre isto é possível. A internet ameniza esta falta de contato pessoal. E muito.
Uma pessoa que conviveu com você apenas uma semana poderá se tornar um amigo pro resto da vida, sem que haja a necessidade de convívio mais intenso. Também tem casos de pessoas que nasceram, cresceram e continuam ao seu lado, bastante próximos e que não podem ser consideradas como verdadeiros amigos. Aqui no mundo virtual eu posso, pelo menos, saber como estão meus amigos, apesar da distância. Tenho um bloqueio ao uso do telefone. Se existe algo que eu não gosto de fazer é falar ao telefone. Isto me irrita e a internet é a solução mais usual.
Quando uma pessoa diz que lê o seu blog sempre é sinal que compartilha ou compreende seus pensamentos, suas ideias e talvez sua filosofia de vida que pode estar expressa nas palavras. A compreensão é a maior prova de amizade. Meu amigo me compreende, independente de eu estar certo ou errado. Isto não quer dizer que ele concorde com o meu pensamento ou ato. Apenas compreende e isto basta. E isto ao mesmo tempo que é complexo é tão simples. A compreensão é a maior prova de bom-senso. O bom-senso é o alicerce da paz, da união e da amizade. O bom-senso é o alicerce da vida.
Tanta gente que passa pela sua vida e tão poucos que ficam. O que consola é o fato de que os que ficam, mesmo sem um contato mais direto, são seus verdadeiros amigos.
Só tenho um arrependimento na vida: o de deixar passar ou deixar de "explorar" as amizades que surgem. Mesmo que por poucos instantes. E este é um erro conhecido por mim, mas que eu continuarei cometendo pelo resto de meus dias por que sou um ser-humano. E até mesmo depois de minha morte terei o arrependimento de desperdiçar minhas verdadeiras amizades. Sou um pecador e pago o preço por isso na aqui mesmo, na terra.
Foram tantas as pessoas que eu deixei de me aproximar por pura incapacidade. Mais uma vez fui incompetente. Mas isto já é outro capítulo.
Fico feliz por você compreender o que escrevo.

Sucesso...